27 de janeiro de 2012

Reflexão: Mundo Real.


    Estamos vivendo um período em que procuramos suprir nossas 

carências no mundo virtual. Damos incondicionalmente do nosso tempo e oferecemos muito de nósNos abrimos, enviamos flores virtuaisabraços 
virtuais
palavras de consoloinfinitos bons dias e boas noites. Trazemos 
sonhos
 e oferecemos nossa amizade sem nos questionar.
Sabemos pouco uns dos outrosmas isso não tem importânciaQuando
porta do mundo virtual se abre, entramos e não nos preocupamos em 
saber
 se existe uma porta de saída.
Enquanto isso, ao nosso lado, na nossa vizinhança, na nossa cidade e, mesmo
dentro
 da família, as pessoas vão sendo deixadas.
Nos esquecemos do bom dia diário, do sorriso luminoso que pode iluminar
dia de alguém, de um olhar sincero do "pode contar comigoque
escrevemos tantas vezes a quem não conhecemos.
Mas quando Deus permitiu que a internet fosse criada,
foi para que mais portas se abrissem e não que outras fossem fechadas.
Penso que Ele queria que nos abríssemos para o mundomas que jamais
desejou que nos fechássemos em nossa casa.
Entãopor que não trocar de vez em quando algum tempo diante do pc por
uma boa xícara de café com alguém que conhecemos? No lugar de um 
e-mail
 de bom dia que vai ficar guardado numa caixinha virtualum caloroso 
bom
 dia por telefone que vai ficar guardado no coração. Uma boa 
gargalhada
 a doistrês ou mais pode ser ainda mais saudável que
uma solitária diante de uma tela.
Experimente de vez em quando voltar ao mundo realSer uma bênção 
virtual
 é enriquecedor e nos traz grandes satisfaçõesMas se, além disso,
podemos ser uma bênção real e uma real bênçãonossa missão de ser anjos
 na terra vai estar sendo maravilhosamente cumprida.
 
 Esta mensagem é de autoria de
Letícia Thompson  
Braine-l'Alleud, principal cidade da região Brabant Wallon
- Bélgica -

26 de janeiro de 2012

Ter amigos por perto em momentos difíceis traz benefícios imediatos para o cérebro

Texto de Ana Carolina Prado


A presença do melhor amigo na vida das pessoas é ainda mais importante do que se pensava –especialmente durante experiências negativas. Um estudo da Universidade de Concordia publicado na revista Developmental Psychology e conduzido com a colaboração de pesquisadores do Centro Médico do Hospital Infantil de Cincinnati descobriu que uma companhia amiga nessas situações tem um impacto imediato sobre corpo e mente das crianças. Um amigo fiel pode até minimizar os efeitos de um momento ruim.

Isso acontece porque os sentimentos de autoestima e os níveis de cortisol (um hormônio produzido naturalmente pela glândula adrenal em resposta direta ao stress) dependem muito do contexto social de uma experiência negativa. “Se uma criança está sozinha quando entra em apuros com um professor ou tem uma discussão com um colega de classe, vemos um aumento considerável nos níveis de cortisol e diminuição do sentimento de autoestima”, disse William M. Bukowski, coautor do estudo. Para descobrir isso, 55 meninos e 48 meninas da quinta e sexta séries de escolas locais de Montreal, no Canadá tiveram seus sentimentos e experiências monitorados ao longo de quatro dias. Eles também fizeram testes regulares de saliva para monitorar seus níveis de cortisol.

Já era fato conhecido que as amizades fazem bem para as crianças a longo prazo, mas este estudo prova que a presença de um amigo traz benefícios imediatos em experiências negativas. O resultado também dá mais uma pista sobre como formamos nossa identidade adulta a partir de experiências infantis. Nossas reações fisiológicas e psicológicas quando somos pequenos causam impactos em nossa vida mais tarde. O aumento de stress pode realmente retardar o desenvolvimento de uma criança, já que a secreção excessiva de cortisol pode levar a significativas alterações fisiológicas, incluindo a supressão imunológica e diminuição da formação óssea, por exemplo. Nossos sentimentos de autoestima nessa fase interferem muito em como vamos nos ver quando adultos. Sim: mesmo que percamos o contato com o tempo, devemos muito do que somos hoje aos nossos amigos de infância.

23 de janeiro de 2012

Mensagem do dia:Eu não me importo.

Eu não me importo se você lamber janelas, jogar pedra em avião, ou quiser bater prego com a testa, às vezes eu também cometo umas loucuras... 
Mas lembrem-se, todos os sessenta segundos que você gasta irritado, perturbado ou louco, é um minuto de felicidade que nunca mais vai voltar!
Pare, liberte-se das energias negativas, escute uma boa música e dance!
A minha mensagem de hoje para você é:
A vida é curta, quebre as regras,  ame verdadeiramente, ria incontrolavelmente, e nunca deixe de sorrir, por mais estranho/pequeno que seja o motivo.
A vida não pode ser a festa que esperávamos todos os dias, mas enquanto estamos aqui, devemos procurar dançar sempre que der...
Se formos esperar somente aqueles momentos mágicos, grandiosos e super raros, desperdiçaremos a capacidade de nos alegrarmos com as pequenas coisas do dia-a-dia, a felicidade parecerá algo distante e raro.


"Era Digital"


Olá, pessoal!
Hoje a postagem é dedicada a  reflexão dos novos comportamentos sociais provenientes da era tecnológica.

Como estamos na "Era Digital", foi necessário rever os velhos ditados existentes e adaptá-los à nova realidade.
1. A pressa é inimiga da conexão. 
2. Amigos, amigos, senhas à parte. 
3. A arquivo dado não se olha o formato. 
4. Diga-me que chat frequentas e te direi quem és. 
5. Para bom provedor uma senha basta. 
6. Não adianta chorar sobre arquivo deletado. 
7. Em briga de namorados virtuais não se mete o mouse. 
8. Hacker que ladra não morde. 
9. Mais vale um arquivo no HD do que dois baixando. 
10. Mouse sujo se limpa em casa. 
11. Melhor prevenir do que formatar. 
12. Quando um não quer, dois não teclam. 
13. Quem clica seus males multiplica. 
14. Quem com vírus infecta, com vírus será infectado. 
15. Quem envia o que quer, recebe o que não quer... 
16. Quem não tem banda larga, caça com discada. 
17. Quem semeia e-mails, colhe spams. 
18. Quem tem dedo vai a Roma.com 
19. Vão-se os arquivos, ficam os backups. 
20. Diga-me que computador tens e direi quem és. 
21. Uma impressora perguntou para a outra: - Essa folha é sua ou é impressãominha?
 
22. Aluno de informática não cola, faz backup. 
23. Na informática nada se perde nada se cria. Tudo se copia... E depois se cola.
 
autor desconhecido

18 de janeiro de 2012

A dieta das chocólatras de Carole Matthews – DL 2012

Dica de leitura


Tema: Literatura gastronômica
Mês: Janeiro de 2012
Autora: Carole Matthews
Editora Bertrand Brasil, 420 p.

As quatro comedoras inveteradas de chocolate continuam com suas vidas, mas os problemas continuam aparecendo. Lucy começou a namorar seu chefe gato, mas se decepciona quando o pega na cama com outra. Ou pelo menos foi o que pensou. Quando Aiden volta de viagem, ela descobre estar enganada, mas o estrago já havia sido feito: ela traiu o namorado com o ex, Marcus (que sempre a traiu). Autumm imagina como será a apresentação de Addison, seu namorado a sua família. Como se a apresentação em si não fosse considerada “definidora da relação” para a maioria das pessoas, Autumm ainda tem que lidar com o “conservadorismo racial” de sua família (Addison é negro). Chantal e Ted ainda estão com a relação estremecida, tentando reatar o casamento. A contínua falta de libido do marido (que ela odeia) e sua vontade de ter um filho (que ela não quer) continuam atrapalhando o casal de voltar as boas, então Chantal continua com seus programas “acompanhada” daqueles que possam satisfazê-la. Nadia continua separada do marido, que começou a se tratar do vício da jogatina. Ah. Existe também outro casal com a relação estremecida: Clive e Tristan, donos do Paraíso do Chocolate, local onde elas continuam se reunindo para afogar as mágoas, conversar e tentar resolverem seus problemas. Lucy, abandonada por Aiden, novamente se compromete com Marcus, que afirma querer casar com ela (de novo). O irmão drogado de Autumm reaparece na sua vida, desta vez causando um estrago maior. Chantal descobre estar grávida, mas não sabe de quem é o filho (do marido que ama ou de algum de seus “acompanhantes”?). E o marido de Nadia perde a batalha para o vício da pior maneira possível.
Novamente, quando parece que tudo está entrando nos eixos, a situação desanda, e para a pior. Elas se unem em uma nova operação para ajudar uma amiga e tudo se encaminha para a resolução no dia do casamento de Lucy. Ou não?
Envolvido em tudo isso, está, é claro, o chocolate, nas mais variadas formas, tipos e gostos. Como o primeiro livro sobre as chocólatras, esse também é gostoso de ler.



7 de janeiro de 2012

7 DE JANEIRO É O NOSSO DIA.



Aprendemos a ler quando criança e ao longo da jornada em direção ao mundo adulto, alcançamos um bizarro objetivo inserido acidentalmente no método de ensino da língua portuguesa: ódio à leitura.
Parece contradição, mas chegamos à escola pequeninos, com uma fome de conhecimento gigantesca e somos obrigados a aprender a ler como adultos e quando finalmente somos adultos e já não temos o menos interesse em ler alguma coisa, somos convidados a ler um texto com um olhar infantil.
Essa situação pode parecer surreal, mas se repete em todas as partes desse país que se orgulha de reduzir a cada ano o número de analfabetos, mas exibe vergonhosamente uma estatística absurda de quase 28 % de alfabetizados funcionais (só sabem escrever o nome e ler o nome do bar ou do ônibus).
Os professores (culpá-los ou não, eis a questão) mal preparados e mal direcionados, continuam com a sua missão de despertar o gosto pela leitura em seus alunos por meio do ensino da gramática, sem levar em consideração que é preciso primeiramente suscitar a arte do ler por prazer.
No artigo Dígrafo do escritor Rubem Alves, o autor disserta sobre o prazer da leitura e em como ele se orgulha de escrever como e para crianças.
Ele conta com espanto sobre a carta que recebeu de um leitor juvenil, onde o menino diz que sua professora pede a ele e aos coleguinhas de classe para encontrar no texto dígrafos e outros termos que o autor sequer consegue imaginar o significado.
Não consigo formular uma única frase humana com dígrafo , ele diz e defende que não é possível teorizar sobre algo que nos dá tanto prazer sob o risco de matar essa vontade.
Não há dúvida alguma que o estudo da gramática é fundamental para o entendimento da língua portuguesa, mas o que precisamos fazer como professores, é uma reflexão sobre como equilibrar esse ensino com o convite a leitura.
Essa á a proposta defendida pela professora e especialista da Unicamp Ingedore Koch, que em entrevista a Luis Costa Ferreira Junior conta que devemos priorizar a construção de texto com reflexão. Para entender como os textos funcionam, segundo a professora, é necessário primeiro o uso, depois a nomenclatura.
Ela nos conta que o estudo da língua portuguesa é essencial para que as nossas crianças possam aprender a se expressar claramente no mundo (ainda mais numa era de orkuts e MSN), mas é possível abordar a gramática, sem ter um ensino gramaticóide.
Para ensinar a interpretar um texto, não existem receitas de bolos, diz a professora, mas se o professor tornar a aula instigante e estimular a produção de textos com temas que os alunos se identifiquem, conseguirá manter em seus pupilos o gosto de ler por prazer que havia no inicio, sem que o aluno chegue à idade adulta sendo órfão de livro.
Frank Oliveira
Fonte: www.recantodasletras.uol.com.br



Aproveitemos esse recesso para ler ou reler grandes obras. Uma dica de leitura é o famoso: O Pequeno Príncipe - Antoine de Saint-Exupry.





O Pequeno Príncipe - (PDF)




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5 de janeiro de 2012


Oi, pessoal. Continuamos ligadinhos no 2º Festival de Literatura em Vídeo. Já podemos conferir os vídeos selecionados, por região, no site do Festival.

Em destaque temos os vídeos descontraídos da categoria Troféu Pipoca e vídeos selecionados por regiões. Convidamos todos para conferir, votar e comentar.




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