26 de março de 2016
19 de março de 2016
Glorioso São José
Saudações festivas, turm@ que acompanha o blog Diário Virtual de Leitura!
Hoje comemora-se o Dia de São José, padroeiro do Ceará e, para os nordestinos, o dia 19 de março é
marcante, especialmente em anos de seca. Considerado o padroeiro dos
agricultores, é no dia do santo que os nordestinos fazem a previsão de chuvas
para o restante do ano. A chuva caindo nesse dia, vem a certeza de que o inverno vai
ser bom, caso não chova, a estiagem é dada como certa.
Por isso, esperemos confiantes na certeza de que a chuva cairá sobre o nordeste para que possamos aguardar um inverno cheio de fartura e prosperidade. Viva São José, o padroeiro do Ceará!
17 de março de 2016
Papisa Joana: uma heroína oculta do século IX
Saudações leitoras, turm@ que acompanha o blog Diário Virtual de Leitura!
Nos últimos dias a mídia constantemente divulga a participação do Papa Francisco nas redes sociais entre elas twitter e instagram , sendo assim a postagem de hoje que conta com a colaboração da querida Ritielly Benvinda, revela-nos um fato curioso que envolve a vida papal: houve mesmo uma papisa na igreja católica?
Há várias controversas, no entanto um livro em especial vem resgatando o mistério envolvendo a história da Papisa Joana que foi conhecida até o século XVII, quando o
Vaticano resolveu apagá-la da história da Igreja, mas não adiantou. Dona
Woolfolk Cross pesquisou, descobriu os arquivos e achou a história tão
fascinante que a transformou num romance, em que aventura, sexo e poder
cruzam-se com maldições, guerras e heresias. O livro também foi transformado
num grande filme.
Sendo assim nossa colaboradora, instigada pela história, entrou em contato com nosso espaço virtual de leitura e nos presenteia com uma resenha cheia de paixão pela leitura e aventura. Desde já agradecemos imensamente a Ritielly pela confiança em divulgar sua produção em nosso espaço. Assim, apreciemos a produção!
Papisa
Joana: uma heroína oculta do século IX
Ritielly
Benvinda
Sendo
lenda ou realidade a história se torna conhecida no mundo todo. Uma mulher com
uma inteligência que seria até um pecado desperdiçá- la, munida de bom caráter
e muita determinação conseguiu atingir o mais elevado cargo da religião
católica.
Esse
mistério fez com que Donna Woolfolk Cross transformasse-o em um livro com 496
páginas envolventes, tendo Geração Editorial como editora do livro e
posteriormente, a sétima arte também reproduziria a enigmática trajetória de
Joana, ora camponesa, ora jovem oriental, entre outras versões já encontradas.
Na
Idade Média, o preconceito contra as mulheres era aterrorizante. A lei na
aquela época permitia que os maridos batessem nelas e o estupro era encarado
como um crime menos irrelevante que o roubo.
E
foi em meio dessa realidade que Joana cresceu, aprendendo que apenas os homens
poderiam conquistar um espaço na sociedade. Joana entende que se não pode com
eles, junte-se a eles, e foi o que ela fez. Vestiu-se de homem para se tornar
mais do que uma simples dona de casa.
No
entanto, toda decisão há consequências, e Joana teve as suas como uma paixão
proibida e sua própria feminilidade, o que torna o enredo mais interessante. A
história de um bom livro de cabeceira transformasse em um grande filme pelo cineasta
alemão Sonke Wortmunn.
Sobre
a produção para o cinema a escritora declara que: "Foi extraordinário
observar tanta gente - atores, operadores de câmera, maquiadores, extras, até
animais - reconstruindo cenas e diálogos que eu havia escrito na solidão do meu
pequeno escritório". Talvez seja por isso que o livro assim como o filme
empolga tanto os leitores e/ou espectadores, possivelmente por toda a incógnita
que envolve a origem da lenda.
A
história da Papisa Joana contém elementos como amor, sexo, violência,
duplicidade e grandes segredos enterrados. Afinal, toda lenda tem um pouco de
realidade.
14 de março de 2016
8 de março de 2016
20 de fevereiro de 2016
Ao Grande Mestre, Umberto Eco
Ao grande mestre Umberto Eco (1932- 2016), deixamos nosso registro no blog Diário Virtual de Leitura através de um fragmento de uma de
suas mais conhecidas obras: "Acredito que aquilo em que nos
transformamos depende do que nossos pais nos ensinam em pequenos
momentos, quando não estão tentando nos ensinar. Somos feitos de
pequenos fragmentos de sabedoria." - in O Pêdulo de Focault.
1 de fevereiro de 2016
Ô abre alas que fevereiro chegou!
Saudações carnavalescas, turm@ que
acompanha o blog Diário Virtual de Leitura! Fevereiro chegou e com ele as
festas mominas. O país se prepara todo para o feriado mais esperado, mas você
sabia que muito do nosso carnaval tem origem nas festas religiosas trazidas
pelos portugueses? É isso mesmo! Durante os dias que antecedem a festa do
Carnaval, nós, aqui do blog, iremos publicar algumas brincadeiras do período com texto adaptado do site http://mundoestranho.abril.com.br. Vamos
para a folia?
Em seus primórdios, no século XVII, o
Carnaval do Brasil não tinha música nem dança, brincava-se o entrudo, herança
da colonização portuguesa. É daí que veio o costume das "guerras de
água", no caso do Nordeste o conhecido “Mela-mela”. Mas a artilharia
daqueles tempos, muitas vezes, era mais pesada, com direito não só a baldes e
latas d’água, como também a lama, laranjas, ovos e limões-de-cheiro pequenas
bolinhas de cera fina recheadas com água e outras substâncias. Hoje no carnaval
de rua reina os “sprays” que simulam a neve, até parece que alguém quer brincar
na neve, não é mesmo?
Outra tradição do Carnaval é o hábito de
homens se vestirem com trajes femininos. Há registros do transformismo na folia
de rua desde o início do século XX. "A explicação está na própria
psicologia da festa, um espaço de inversão, em que se busca ser exatamente o
que não se é no resto do ano", diz a filóloga Rachel Valença, diretora do
Centro de Pesquisas da Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio.
As marchinhas carnavalescas deram o tom
da festa entre as décadas de 1930 e 1950. Mas o ritmo surgiu ainda no final do
século XIX. "Ó Abre Alas" é considerada a primeira canção escrita especialmente
para um bloco de Carnaval. A "música para dançar" foi composta pela
maestrina Chiquinha Gonzaga, em 1899, para o bloco carnavalesco Rosa de Ouro,
do Andaraí, no Rio de Janeiro. Veja a seguir o “hit” carnavalesco que ainda
anima dos foliões de todas as idades na versão de remix bem contemporânea com funk
e pancadão eletrônico.
Fonte: https://www.youtube.com/results?search_query=%C3%B4+abre+alas
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