19 de março de 2016

Glorioso São José


       Saudações festivas, turm@ que acompanha o blog Diário Virtual de Leitura!
       Hoje comemora-se o Dia de São José, padroeiro do Ceará e, para os nordestinos, o dia 19 de março é marcante, especialmente em anos de seca. Considerado o padroeiro dos agricultores, é no dia do santo que os nordestinos fazem a previsão de chuvas para o restante do ano. A chuva caindo nesse dia, vem a certeza de que o inverno vai ser bom, caso não chova, a estiagem é dada como certa.
      Por isso, esperemos confiantes na certeza de que a chuva cairá sobre o nordeste para que possamos aguardar um inverno cheio de fartura e prosperidade. Viva São José, o padroeiro do Ceará!  

17 de março de 2016

Papisa Joana: uma heroína oculta do século IX

      Saudações leitoras, turm@ que acompanha o blog Diário Virtual de Leitura!
     Nos últimos dias a mídia constantemente divulga a participação do Papa Francisco nas redes sociais entre elas twitter e instagram , sendo assim a postagem de hoje que conta com a colaboração da querida Ritielly Benvinda, revela-nos um fato curioso que envolve a vida papal:  houve mesmo uma papisa na igreja católica?

      Há várias controversas, no entanto um livro em especial vem resgatando o mistério envolvendo a história da Papisa Joana que foi conhecida até o século XVII, quando o Vaticano resolveu apagá-la da história da Igreja, mas não adiantou. Dona Woolfolk Cross pesquisou, descobriu os arquivos e achou a história tão fascinante que a transformou num romance, em que aventura, sexo e poder cruzam-se com maldições, guerras e heresias. O livro também foi transformado num grande filme.
     Sendo assim nossa colaboradora, instigada pela história, entrou em contato com nosso espaço virtual de leitura e nos presenteia com uma resenha cheia de  paixão pela leitura e aventura. Desde já agradecemos imensamente a Ritielly pela confiança em divulgar sua produção em nosso espaço.  Assim, apreciemos a produção!

Papisa Joana: uma heroína oculta do século IX
Ritielly Benvinda

Sendo lenda ou realidade a história se torna conhecida no mundo todo. Uma mulher com uma inteligência que seria até um pecado desperdiçá- la, munida de bom caráter e muita determinação conseguiu atingir o mais elevado cargo da religião católica.
Esse mistério fez com que Donna Woolfolk Cross transformasse-o em um livro com 496 páginas envolventes, tendo Geração Editorial como editora do livro e posteriormente, a sétima arte também reproduziria a enigmática trajetória de Joana, ora camponesa, ora jovem oriental, entre outras versões já encontradas.  
Na Idade Média, o preconceito contra as mulheres era aterrorizante. A lei na aquela época permitia que os maridos batessem nelas e o estupro era encarado como um crime menos irrelevante que o roubo.
E foi em meio dessa realidade que Joana cresceu, aprendendo que apenas os homens poderiam conquistar um espaço na sociedade. Joana entende que se não pode com eles, junte-se a eles, e foi o que ela fez. Vestiu-se de homem para se tornar mais do que uma simples dona de casa.
No entanto, toda decisão há consequências, e Joana teve as suas como uma paixão proibida e sua própria feminilidade, o que torna o enredo mais interessante. A história de um bom livro de cabeceira transformasse em um grande filme pelo cineasta alemão Sonke Wortmunn.
Sobre a produção para o cinema a escritora declara que: "Foi extraordinário observar tanta gente - atores, operadores de câmera, maquiadores, extras, até animais - reconstruindo cenas e diálogos que eu havia escrito na solidão do meu pequeno escritório". Talvez seja por isso que o livro assim como o filme empolga tanto os leitores e/ou espectadores, possivelmente por toda a incógnita que envolve a origem da lenda.
A história da Papisa Joana contém elementos como amor, sexo, violência, duplicidade e grandes segredos enterrados. Afinal, toda lenda tem um pouco de realidade.

 

20 de fevereiro de 2016

Ao Grande Mestre, Umberto Eco


      Ao grande mestre Umberto Eco (1932- 2016), deixamos nosso registro no blog Diário Virtual de Leitura através de um fragmento de uma de suas mais conhecidas obras: "Acredito que aquilo em que nos transformamos depende do que nossos pais nos ensinam em pequenos momentos, quando não estão tentando nos ensinar. Somos feitos de pequenos fragmentos de sabedoria." - in O Pêdulo de Focault.

1 de fevereiro de 2016

Ô abre alas que fevereiro chegou!



Saudações carnavalescas, turm@ que acompanha o blog Diário Virtual de Leitura! Fevereiro chegou e com ele as festas mominas. O país se prepara todo para o feriado mais esperado, mas você sabia que muito do nosso carnaval tem origem nas festas religiosas trazidas pelos portugueses? É isso mesmo! Durante os dias que antecedem a festa do Carnaval, nós, aqui do blog, iremos publicar algumas brincadeiras do período com texto adaptado do site http://mundoestranho.abril.com.br. Vamos para a folia?
Em seus primórdios, no século XVII, o Carnaval do Brasil não tinha música nem dança, brincava-se o entrudo, herança da colonização portuguesa. É daí que veio o costume das "guerras de água", no caso do Nordeste o conhecido “Mela-mela”. Mas a artilharia daqueles tempos, muitas vezes, era mais pesada, com direito não só a baldes e latas d’água, como também a lama, laranjas, ovos e limões-de-cheiro pequenas bolinhas de cera fina recheadas com água e outras substâncias. Hoje no carnaval de rua reina os “sprays” que simulam a neve, até parece que alguém quer brincar na neve, não é mesmo?
Outra tradição do Carnaval é o hábito de homens se vestirem com trajes femininos. Há registros do transformismo na folia de rua desde o início do século XX. "A explicação está na própria psicologia da festa, um espaço de inversão, em que se busca ser exatamente o que não se é no resto do ano", diz a filóloga Rachel Valença, diretora do Centro de Pesquisas da Fundação Casa de Rui Barbosa, no Rio.
As marchinhas carnavalescas deram o tom da festa entre as décadas de 1930 e 1950. Mas o ritmo surgiu ainda no final do século XIX. "Ó Abre Alas" é considerada a primeira canção escrita especialmente para um bloco de Carnaval. A "música para dançar" foi composta pela maestrina Chiquinha Gonzaga, em 1899, para o bloco carnavalesco Rosa de Ouro, do Andaraí, no Rio de Janeiro. Veja a seguir o “hit” carnavalesco que ainda anima dos foliões de todas as idades na versão de remix bem contemporânea com funk e pancadão eletrônico.

 Fonte: https://www.youtube.com/results?search_query=%C3%B4+abre+alas

Outubro Rosa: apoiamos essa campanha!

         Saudações turma, que acompanha o blog Diário Virtual de Leitura !          Mais um mês se inicia e com ele a esperança de que...