19 de novembro de 2014

Dia da Consciência Negra

        
          Salve, salve, turma que acompanha o blog Diário Virtual de Leitura!
        Dia 20 de novembro é uma data bastante simbólica no Brasil, pois comemora-se o dia de Zumbi ou Dia da Consciência Negra. O dia foi instituído oficialmente pela lei nº 12.519, de 10 de novembro de 2011. A data faz referência à morte de Zumbi, o então líder do Quilombo dos Palmares – situado entre os estados de Alagoas e Pernambuco, na região Nordeste do Brasil. 
      A data é feriado em mais de mil cidades brasileiras, mas antes de ser feriado é preciso refletir sobre a importância da data para que não seja mais um momento de folga dos trabalhos e um feriado prolongado.
      Faça você também a reflexão sobre a data aqui em nosso espaço virtual deixando seu comentário sobre a frase destacada em nossa postagem. Boa reflexão a tod@s!

13 de novembro de 2014

Gentileza Gera Gentileza: 13 de Novembro.

Olá pessoal que acompanha o Diário, hoje 13 de novembro é o Dia Mundial da Gentileza. Para refletir sobre essa temática sugerimos que ouçam a música Gentileza da cantora e compositora  Marisa Monte. E você o que pensa sobre a gentileza nos nossos tempos? Ouça a canção e deixe seu comentário.


9 de novembro de 2014

A criança é o foco

     Saudações de alívio (ou não), leitores do blog Diário Virtual de Leitura!
    Após o fim de semana mais esperado do ano com a realização do Enem, o Brasil todo comenta as provas, os incidentes e o tão esperado tema da redação. O blog não poderia ficar de fora dessa discussão, por isso para suscitar questionamentos e comentários sobre o tema da redação deste ano "Publicidade infantil em questão no Brasil" postamos o vídeo Criança: a alma do negócio produzido por Marcos Nisti e Maria Farinha e dirigido por Estela Renner. 


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=49UXEog2fI8
 
     Segundo os produtores, o documentário reflete sobre como no Brasil a criança se tornou a alma do negócio para a publicidade. A indústria descobriu que é mais fácil convencer uma criança do que um adulto, então, as crianças são bombardeadas por propagandas que estimulam o consumo e que falam diretamente com elas. 
    O resultado disso é devastador: crianças que, aos cinco anos, já vão à escola totalmente maquiadas e deixaram de brincar de correr por causa de seus saltos altos; que sabem as marcas de todos os celulares mas não sabem o que é uma minhoca; que reconhecem as marcas de todos os salgadinhos mas não sabem os nomes de frutas e legumes. Num jogo desigual e desumano, os anunciantes ficam com o lucro enquanto as crianças arcam com o prejuízo de sua infância encurtada. Contundente, ousado e real este documentário escancara a perplexidade deste cenário, convidando você a refletir sobre seu papel dentro dele e sobre o futuro da infância.
     Então, querid@s leitores, que realizaram o Enem este fim de semana, preparados para continuar a discussão sobre o tema? Quais as teses defendidas por vocês no exame. Registrem suas ideias em forma de comentários e bom debate a tod@s!

8 de novembro de 2014

# Enem 2014: chego junto, chego bem!


        Salve, salve, querid@s seguidores do blog Diário Virtual de Leitura!
      Hoje e amanhã em todo o território nacional mais de 8 milhões de pessoas farão a prova do Enem e sabemos que foram dias intensos de muito estudo e concentração, não é mesmo? 
     Além disso, também sabemos o quanto a conquist@ desse objetivo é importante para cada um de vocês, por isso desejamos uma excelente prova do Enem 2014 a todos nossos leitores seguidores.
       Após o Exame Nacional não deixe de registrar em forma de comentário como foi a prova e quais suas expectativas quanto o seu desempenho.
       Então, resta apenas desejar mais uma vez boas energias e uma vaga certa na universidade a tod@s os nossos amigos seguidores e, em especial, os alun@s da EEEP de Aracati.

30 de outubro de 2014

Eu, etiqueta e você?

        Salve, salve, turma que acompanha e interage no blog Diário Virtual de Leitura!
      A postagem de hoje leva-nos a uma importante reflexão: o consumo na sociedade atual. E para ilustrar o assunto escolhemos o texto de Carlos Drummond de Andrade intitulado Eu, etiqueta! Não deixe de registrar em seu comentário sua impressões a respeito do texto.

Eu, etiqueta!
Em minha calça está grudado um nome
Que não é meu de batismo ou de cartório
Um nome... estranho.
Meu blusão traz lembrete de bebida
Que jamais pus na boca, nessa vida,
Em minha camiseta, a marca de cigarro
Que não fumo, até hoje não fumei.
Minhas meias falam de produtos
Que nunca experimentei
Mas são comunicados a meus pés.
Meu tênis é proclama colorido
De alguma coisa não provada
Por este provador de longa idade.
Meu lenço, meu relógio, meu chaveiro,
Minha gravata e cinto e escova e pente,
Meu copo, minha xícara,
Minha toalha de banho e sabonete,
Meu isso, meu aquilo.
Desde a cabeça ao bico dos sapatos,
São mensagens,
Letras falantes,
Gritos visuais,
Ordens de uso, abuso, reincidências.
Costume, hábito, permência,
Indispensabilidade,
E fazem de mim homem-anúncio itinerante,
Escravo da matéria anunciada.
Estou, estou na moda.
É duro andar na moda, ainda que a moda
Seja negar minha identidade,
Trocá-la por mil, açambarcando
Todas as marcas registradas,
Todos os logotipos do mercado.
Com que inocência demito-me de ser
Eu que antes era e me sabia
Tão diverso de outros, tão mim mesmo,
Ser pensante sentinte e solitário
Com outros seres diversos e conscientes
De sua humana, invencível condição.
Agora sou anúncio
Ora vulgar ora bizarro.
Em língua nacional ou em qualquer língua
(Qualquer principalmente.)
E nisto me comparo, tiro glória
De minha anulação.
Não sou - vê lá - anúncio contratado.
Eu é que mimosamente pago
Para anunciar, para vender
Em bares festas praias pérgulas piscinas,
E bem à vista exibo esta etiqueta
Global no corpo que desiste
De ser veste e sandália de uma essência
Tão viva, independente,
Que moda ou suborno algum a compromete.
Onde terei jogado fora
Meu gosto e capacidade de escolher,
Minhas idiossincrasias tão pessoais,
Tão minhas que no rosto se espelhavam
E cada gesto, cada olhar
Cada vinco da roupa
Sou gravado de forma universal,
Saio da estamparia, não de casa,
Da vitrine me tiram, recolocam,
Objeto pulsante mas objeto
Que se oferece como signo dos outros
Objetos estáticos, tarifados.
Por me ostentar assim, tão orgulhoso
De ser não eu, mas artigo industrial,
Peço que meu nome retifiquem.
Já não me convém o título de homem.
Meu nome novo é Coisa.
Eu sou a Coisa, coisamente.

Fonte: http://educador.brasilescola.com

Outubro Rosa: apoiamos essa campanha!

         Saudações turma, que acompanha o blog Diário Virtual de Leitura !          Mais um mês se inicia e com ele a esperança de que...