26 de junho de 2015

Viva o São João no Nordeste!

      Saudações juninas, turm@ que acompanha o blog Diário Virtual de Leitura!
     A postagem de hoje mantém a temática das últimas semanas: as festas juninas, mas desta vez com um vídeo-animação super bonitinho que apresenta as várias formas de comemorar o São João no nordeste. 
    Fique atento as diferenças e semelhanças apresentadas em cada estado e registre em seu comentário qual tradição mais chamou sua atenção ou de qual você se insere e mais vivencia. 
      Boa festa a tod@s!

fonte: https://www.youtube.com/watch?v=EGTA3Bnf-kY

21 de junho de 2015

Não deixe o São João passar

       Salve, salve, turm@ que acompanha o blog Diário Virtual de Leitura!
      A postagem de hoje dá continuidade a temática do mês de junho: as festas juninas e temos a honra de publicar o texto  de uma pessoa super, hiper, mega bacaninha: a professora Lúcia Barreto Soares, pessoa que somos suspeitos para falar porque viu o blog nascer, se desenvolver e nos acompanha desde sempre. 
     A professora Lúcia nos presenteia com uma crônica cheia de memórias e sensibilidade sobre o período que estamos vivenciando registrando sensações e reflexões sobre a tradição do mês junino.
Vamos ao texto?


 Não deixe a fogueira apagar

        Ontem ao chegar a casa de minha mãe, na rua em que morei a vida inteira, mais um daqueles momentos de emoção inesperados me assaltou logo que desci do carro. Meus olhos inundaram-se quase que imediatamente e você, caro leitor, certamente imagina que chorei devido a alguma cena tocante. Nem eu mesma sei se foi pela alegria ou pela enorme quantidade de fumaça que veio ao meu encontro, zombeteira, parecendo saber que eu sofro de todo as “ites” (sinusite, rinite, ite, ite, ite). Mas não dava para pensar em doença naquele cenário fascinante, com o calor e a claridade provocados pelo fogo alto no meio da rua. Uma fogueira enorme, como algo vivo, com suas labaredas que dançavam, a convidar-nos a uma quadrilha.
      Qual não foi minha tristeza ao lembrar que em nossa infância e adolescência, construir uma fogueira em comemoração aos santos juninos era questão de lei e de honra, pois nos dias de Santo Antônio, São Pedro e São João toda a vizinhança ficava brincando nas calçadas até que as chamas começassem a se apagar. E ao redor delas se dançavam quadrilhas, assavam milho verde, faziam adivinhações e os mais afoitos arriscavam pulos. Amigos se tornavam compadres com a seriedade de uma cerimônia legal.
      As bombas rasga-latas eram um capítulo à parte, dividindo as opiniões: apoiadas por quem as soltavas e detestadas por quem se sentia incomodado com o barulho ensurdecedor. Parece que até ouço alguma vizinha gritando: “Parem com isso, aqui tem criança!” ou “Vão soltar bomba pra lá band´cão, os pobe dos véi não pode nem dormir” e a ameaça constante: “Se acontecer alguma coisa, vocês vão pagar!” 
      A conta ficou no prego. Nunca ninguém pagou, porque nada houve de tão sério assim. Só falei das bombas, mas poderia ter falado de outros tipos de fogos que incendiavam essas festas. Ah, quem não podia “queimar dinheiro”, tinha a alternativa de queimar “Bombril” e fazê-lo girar, provocando um efeito espetacular.
     É com aperto no coração que vejo os lugares em que se acendiam as fogueiras ocupados, os lugares de nossas tradições substituídos por tradições alheias. Ontem vi mensagens equivocadas que diziam "Happy Valentine's Day” numa referência ao dia dos namorados, que nos Estados Unidos se comemora a 14 de fevereiro, dia de São Valentim, que por aqui nem sabemos quem foi. E com esse mesmo espírito de vira-latas (admiradores da cultura alheia) vamos pouco a pouco deixando as nossas tradições se reduzirem a cinzas, como certamente ficou a linda fogueira de Santo Antônio.

       Gostaram o texto? Você tem em sua memória alguma experiência como a descrita pela professora Lúcia Barreto? Deixe em seu comentário suas memórias sobre as festas juninas.  

19 de junho de 2015

São João com Poesia

    
        Saudações juninas, turm@ que acompanha o blog Diário Virtual de Leitura!
       O mês de junho é repleto de datas comemorativas, não é mesmo? É o Dia da Língua Portuguesa, Dia dos Namorados, dos padroeiros juninos como São João, Santo Antônio e São Pedro, eita que esse mês é só comemoração!
     Sabendo de todos esses festejos, a postagem de hoje registra o poema Quadrilha de Carlos Drummond de Andrade que para alguns leitores pode parecer triste devido a seu desfecho, outros refletem sobre os descompassos do amor, sobre os desejos não realizados, sobre o destino e as expectativas de João, Teresa, Raimundo, Maria, Joaquim e Lili. Quem nunca amou alguém que amava outra pessoa? Como na dança da quadrilha, os pares se alternam pela vida na busca de encontrar o que move a humanidade: o amor!
     Pensando nisso, reflita conosco e deixe em seu comentário suas impressões de leitura sobre o poema. E viva o São João! E viva o Amor! 

10 de junho de 2015

Vai um internetês aí?

      Saudações leitoras, galerinha que interage no blog Diário Virtual de Leitura!
     A postagem de hoje é um registro bem humorado do cronista Antônio Prata, que foi publicado pela primeira vez na revista Capricho, de 01 de junho de 2003. 
      O texto se chama "Jogos de comunicação" e já foi bastante utilizado em provas de vestibulares e consta até mesmo em livros didáticos de língua portuguesa suscitando discussões sobre a diferença entre o registro formal e o coloquial. É provável, até que os mais desavisados não consigam entender o novo “dialeto” da atualidade. 
     O fato é que o texto de Prata gera uma reflexão sobre a linguagem formal  e o quanto ela precisa ser respeitada em função da perpetuação dos conhecimentos entre as diversas gerações, por isso nós, aqui do blog, queremos saber sua opinião sobre o uso da linguagem nos espaços de interação da internet, ou seja, o que você pensa sobre o uso do internetês em nossas práticas de escrita? 
       Deixe sua opinião em nossos comentários. Ah! Leia a seguir  "Jogos de comunicação ou seria ≠s d comunikssaum? Boa leitura a tod@s! ;)
     


                                                                      ≠s d comunikssaum
por Antonio Prata
A 1ª vz q abri o e-mail e dei de kra c/ uma msgm assim, naum entendi nd. Pnsei q era pau do outlook, pblma do cputador. Naum, nd dsso: era soh + uma leitora da KPRIXO que flava essa stranha lihngua da internet. Como a kda dia que passa, rcbo + msgs nesse dialeto sqzito, percbi q, ou aprendia eu tb a tklar assim, ou fikava p trahs. Na natureza nd c perde, nd c cria, td c transforma: tinha xgado a hr de eu tb me transformar.
Minha 1ª atitud foi tklar para Ehrika, uma garota que screv nessa lihngua, e prgntar como eu fazia p aprendr. Ela flou o sgte: “tipo_eh soh trocar CH por X, Ç por SS, H em vez de acento (é /eh; só/soh) e comer o máx d letras possihvel. Entendeu?” O q naum entendo eh pq tnta complicassão. Era taum fahcil scrver o bom e velho port_ Pgntei p o Joaum, 1 primo meu q screv ateh poemas desse jto: pq as pssoas estaum screvndo assim? Ele me garantiu q era pq era + fahcil. Serah? Olha soh, Joaum, Ehrika e td mdo: p tklar naum, uso 4 tklas. Para tklar não, tb uso soh 4. Eh =, ueh?! Kd a facilidad?
Outra splicassaum q me deram foi q, p quem tah nos EUA, eh + smples tklar assim, pq lah o tklado naum tem acents nem ç. Soh q em 2 anos de KPRIXO, minha kra, jah recebi + d 1000 msgs escrts assim, e eram lah do Parah, do Guarujah, de Jauh, + nunk dos Ests Unds. Plo q eu sei, no Guarujah, Parah e Jauh, os tklados tehm todos os acentos, naum? 
Sei lah pq, + tenho minhas nohias. Serah q os garotos e garotas q passm o dia todo tklando assim, na hr que tiverem que screvr uma redação em port nrmal, vaum conseguir? Meu medo eh q os garotos e garotas, acostumads a essa forma de comunikssaum, tenham dfculdads c/ as outrs. Afnal, a histohria da humanidad estah tda em livrs, escrts com o portugs culto, cheio de vogais, acentos, vihrgulas, pontos e tdo+. Ou serah que, no futuro, os livrs vaum ser traduzids para a internet? "Hst, do Br: Krta de P. Vaz de Cmnh sobr desc. Do BR..."?! Pelo msnger vaum circular poemas d Drummond assim: "Tnha 1 pdra no ½ do kminho, no ½ do kminho tnha 1 pdra..."?!
Klaro, mlhor screvr e ler assim do q naum screver nem ler nda. O importante é a gte c comunicar c nos entendemos com linguagem de srdo/mdo, sinais de fumassa ou flando xneis, naum tem tnta importahncia.
Serah? Sei naum.,. Tvez eu seja antiquad, 1/2 pessimista, + gost da nossa lihngua e de tdos os pqnos dtalhes. Screvam como quiserm, c comuniquem na lihngua da internet, em cohdigo Morse ou c/ hierohglifos egihpcios, dsd q, d vz em qdo, abram um livro desses antigos, q usam acentos, e dehem uma lida. Tvez d + trbalho do q tklar no msnger, no ICQ ou num chat. + garanto que eh do kct.
Bjs, []s e ateh a prohxima edissaum.
Ass. Antn Prt!

Fonte: http://www.klickeducacao.com.br.

5 de junho de 2015

Dia do Meio Ambiente

       Saudações ambientais, turm@ que acompanha o blog Diário Virtual de Leitura!
     A postagem de hoje registra uma data mega importante: o Dia do Meio Ambiente. Nós, aqui do blog  sempre estamos publicando leituras sobre o tema que não se esgota e que nunca é repetitivo alertar as várias e constantes transformações pelas quais o planeta tem passado devido ao mal uso dos recursos naturais.
      Nossa mensagem vem em formato de vídeo-animação composto por uma coletânea de propagandas das principais organizações nacionais e internacionais protetoras do meio ambiente,que com pouco tempo de duração consegue resumir muito bem o comportamento humano diante das riquezas naturais. #Fica a dica, que pode parecer clichê, então sejamos repetitivos por uma boa e especialíssima causa: salvemos o planeta Terra, já!

Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=xqiJcuNHXPI

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