29 de julho de 2014

Mais uma parceria!

      Saudações, turminh@ que interage e acompanha o blog Diário Virtual de Leitura!
    A postagem de hoje vem cheia de muita satisfação e alegria, pois marca a estreia de mais uma parceria que renderá muitos frutos, temos certeza! 
    O texto de hoje é de autoria de Felipe Santana, jovem estudante e apaixonado pelas artes em suas mais variadas manifestações. Sua primeira produção, aqui registrada, é intitulada SuyFlor, texto carregado de sentimentalismo e verdade pela pessoa amada. 
     Vamos ao texto! Ah! Não esqueçam de deixar seu comentário em forma de registro sobre as impressões do texto, não faça essa desfeita ao nosso mais novo colaborador. 
Boa apreciação a tod@s!

SuyFlor

Se toda flor tivesse o seu mesmo valor
todos estariam a brilhar,
teriam o seu sorriso,
teriam o seu olhar.

Quando o jardineiro lhe plantou,
plantou com carinho, dedicação e amor
para você se tornar essa bela flor.

Quando ele te irrigou pela primeira vez
foi em um lugar especial,
pois já sabia que você seria a única.
Única flor, única que brilha, que sorri, que tem amor!

Quando ele estava a lhe observar,
Viu o seu brilho no olhar,
viu seu coração,
viu a bela flor que você se tornará.

Como as flores têm um ciclo da vida,
podem surgir flores muito mais belas do que você.
Mas saiba que você sempre será em meio a tantas outras
a flor especial.

Felipe Santana

25 de julho de 2014

Mais um imortal ...

"O homem nasceu para a imortalidade. 
A morte foi um acidente de percurso".

Ariano Suassuna (1927-2014)

Homenagem do blog Diário Virtual de Leitura ao grande mestre da literatura e autor do Auto da Compadecida, porque infelizmente "só sei que foi assim..."

20 de julho de 2014

Dia do Amigo



"Amigo é aquele que ensina. Cuida de você. Zela pela sua vida. Quer ver você crescer. Até chora com você..." Essa relação de amizade vem sendo construída com você, amig@ seguidor,  há um tempinho aqui em nosso espaço virtual e esperamos que permaneça por muito mais tempo.
  
Homenagem do blog 
Diário Virtual de Leitura 
a seus amig@s seguidores no Dia do Amigo.

9 de julho de 2014

Perder, ganhar e viver...



Saudações, querid@s torcedores brasileiros que acompanham o blog Diário Virtual de Leitura!
A postagem de hoje traz a carga de emoção vivida nos últimos dias em nosso país. A emoção refere-se a derrota do time brasileiro na partida da semifinal contra a Alemanha com um placar absurdamente inexplicável, por isso não existirá texto melhor para traduzir o sentimento de tod@s os brasileiros nesse momento do que a crônica que  Drummond escreveu para o Jornal do Brasil logo após a eliminação da seleção brasileira diante da Itália na Copa do Mundo da Espanha, em 1982.
Nada mais atual e oportuno o lirismo de nosso maior poeta para enaltecer a vida como a maior dádiva do ser humano, muito além de uma derrota em semifinal de Copa do Mundo em nosso próprio país.  
Vamos ao texto e a reflexão em forma de pergunta feita no fim do texto.


Perder, ganhar, viver

Vi gente chorando na rua, quando o juiz apitou o final do jogo perdido; vi homens e mulheres pisando com ódio os plásticos verde-amarelos que até minutos antes eram sagrados; vi bêbados inconsoláveis que já não sabiam por que não achavam consolo na bebida; vi rapazes e moças festejando a derrota para não deixarem de festejar qualquer coisa, pois seus corações estavam programados para a alegria; vi o técnico incansável e teimoso da Seleção xingado de bandido e queimado vivo sob a aparência de um boneco, enquanto o jogador que errara muitas vezes ao chutar em gol era declarado o último dos traidores da pátria; vi a notícia do suicida do Ceará e dos mortos do coração por motivo do fracasso esportivo; vi a dor dissolvida em uísque escocês da classe média alta e o surdo clamor de desespero dos pequeninos, pela mesma causa; vi o garotão mudar o gênero das palavras, acusando a mina de pé-frio; vi a decepção controlada do presidente, que se preparava, como torcedor número um do país, para viver o seu grande momento de euforia pessoal e nacional, depois de curtir tantas desilusões de governo; vi os candidatos do partido da situação aturdidos por um malogro que lhes roubava um trunfo poderoso para a campanha eleitoral; vi as oposições divididas, unificadas na mesma perplexidade diante da catástrofe que levará talvez o povo a se desencantar de tudo, inclusive das eleições; vi a aflição dos produtores e vendedores de bandeirinhas, flâmulas e símbolos diversos do esperado e exigido título de campeões do mundo pela quarta vez, e já agora destinados à ironia do lixo; vi a tristeza dos varredores da limpeza pública e dos faxineiros de edifícios, removendo os destroços da esperança; vi tanta coisa, senti tanta coisa nas almas...
Chego à conclusão de que a derrota, para a qual nunca estamos preparados, de tanto não a desejarmos nem a admitirmos previamente, é afinal instrumento de renovação da vida. Tanto quanto a vitória estabelece o jogo dialético que constitui o próprio modo de estar no mundo. Se uma sucessão de derrotas é arrasadora, também a sucessão constante de vitórias traz consigo o germe de apodrecimento das vontades, a languidez dos estados pós-voluptuosos, que inutiliza o indivíduo e a comunidade atuantes. Perder implica remoção de detritos: começar de novo.
Certamente, fizemos tudo para ganhar esta caprichosa Copa do Mundo. Mas será suficiente fazer tudo, e exigir da sorte um resultado infalível? Não é mais sensato atribuir ao acaso, ao imponderável, até mesmo ao absurdo, um poder de transformação das coisas, capaz de anular os cálculos mais científicos? Se a Seleção fosse à Espanha, terra de castelos míticos, apenas para pegar o caneco e trazê-lo na mala, como propriedade exclusiva e inalienável do Brasil, que mérito haveria nisso? Na realidade, nós fomos lá pelo gosto do incerto, do difícil, da fantasia e do risco, e não para recolher um objeto roubado. A verdade é que não voltamos de mãos vazias porque não trouxemos a taça. Trouxemos alguma coisa boa e palpável, conquista do espírito de competição. Suplantamos quatro seleções igualmente ambiciosas e perdemos para a quinta. A Itália não tinha obrigação de perder para o nosso gênio futebolístico. Em peleja de igual para igual, a sorte não nos contemplou. Paciência, não vamos transformar em desastre nacional o que foi apenas uma experiência, como tantas outras, da volubilidade das coisas.
Perdendo, após o emocionalismo das lágrimas, readquirimos ou adquirimos, na maioria das cabeças, o senso da moderação, do real contraditório, mas rico de possibilidades, a verdadeira dimensão da vida. Não somos invencíveis. Também não somos uns pobres diabos que jamais atingirão a grandeza, este valor tão relativo, com tendência a evaporar-se. Eu gostaria de passar a mão na cabeça de Telê Santana e de seus jogadores, reservas e reservas de reservas, como Roberto Dinamite, o viajante não utilizado, e dizer-lhes, com esse gesto, o que em palavras seria enfático e meio bobo. Mas o gesto vale por tudo, e bem o compreendemos em sua doçura solidária. Ora, o Telê! Ora, os atletas! Ora, a sorte! A Copa do Mundo de 82 acabou para nós, mas o mundo não acabou. Nem o Brasil, com suas dores e bens. E há um lindo sol lá fora, o sol de nós todos.
E agora, amigos torcedores, que tal a gente começar a trabalhar, que o ano já está na segunda metade?
 
                                                Carlos Drummond de Andrade, Jornal do Brasil, 21 de junho de 1982

4 de julho de 2014

A hora é essa!!!

     Saudações futebolísticas, turm@ que acompanha e interage no blog Diário VIrtual de Leitura!
    O clima em todo país reflete o momento de torcida e de corrente positiva para o jogo de hoje da seleção brasileira no Castelão em Fortaleza contra o time da Colômbia. Por isso a postagem de hoje registra a música Vai Brasil! de Rafael Scan e participação de Jaime Jr.
   Com a música bem animada e cheia de pensamentos positivos, nós do blog Diário Virtual de Leitura desejamos aos jogadores, sob o comando de Felipão, que continuem a caminhada de sete passos rumo ao hexacampeonato!
    Ensaiemos a música para na hora do gol gritarmos: Vai Brasil!!!!!

 Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=JfrhJGJ8uwI

Música: Vai Brasil!!!
O ano começou adrenalina a mil
Com o esporte na veia a torcida do Brasil
58 foi campeão mundial
62 foi Bi uma aventura sem igual
Na Copa de 70 Tri campeão
94 Tetra viva a nossa seleção
2002 aumenta o Brasil é penta
Agora com o Hexa o Brasil arrebenta
Vai Brasil

Vai Neymar vamos jogar com raça
Põe a bola na rede vamos levantar a taça
Vai Brasil, com a nossa seleção
A hora é essa, é Hexa campeão

Vai Neymar vamos jogar com raça
Põe a bola na rede vamos levantar a taça
Vai Brasil, com a nossa seleção
A hora é essa, é Hexa campeão

O ano começou adrenalina a mil
Com o futebol na veia a torcida do Brasil
58 foi campeão mundial
62 foi Bi uma aventura sem igual
Na Copa de 70 Tri campeão
94 Tetra viva a nossa seleção
2002 aumenta o Brasil é penta
Agora com o Hexa o Brasil arrebenta
Vai Brasil

Vai Neymar vamos jogar com raça
Guarda a bola na rede vamos levantar a taça
Vai Brasil, com a nossa seleção
A hora é essa, é Hexa campeão

Vai Neymar vamos jogar com raça
Guarda a bola na rede vamos levantar a taça
Vai Brasil, com a nossa seleção
A hora é essa, é Hexa campeão

Eu sou, torcedor!
Vai Brasil, o jogo começou
Somos uma torcida na espera de Gol
Vai Brasil, agora é ganhar põe os hermanos no bolso
Agora é só comemorar!

Vai Neymar vamos jogar com raça
Guarda a bola na rede vamos levantar a taça
Vai Brasil, com a nossa seleção
A hora é essa, é Hexa campeão

Vai Neymar vamos jogar com raça
Guarda a bola na rede vamos levantar a taça
Vai Brasil, com a nossa seleção
A hora é essa, é Hexa campeão

Fonte:  http://musica.com.br/artistas/rafael-scan/m/vai-brasil-tema-da-copa/letra.html

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